
Há em mim uma presença que nunca morre...
Pesa tanto.
Nunca se apaga.
Teima sempre em renascer.
É sombria e melancólica.
Sufoca e prende-me os movimentos.
Continuo a ter dúvidas,
Até quando ?
Se calhar fui cobarde.
Se calhar deveria ter arriscado.
Depois oiço à minha volta vozes que gritam o meu talento,
Depois quero mudar de rumo.
(...)
depois lembro-me que já é tarde demais.
Sufoca.
Comentários
Enviar um comentário